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julho 12, 2012

Os cuidados que seu filho recebe logo depois de nascer



Cordão
Nos primeiros minutos após a retirada do bebê, mãe e filho permanecem ligados pelo cordão. É possível até observar a pulsação sanguínea do bebê pelo órgão. As honras de cortá-lo podem ser dadas ao pai. Só depois disso a criança é levada a um berço aquecido para ser examinada pela primeira vez. Se a família optou por congelar o cordão ou doá-lo a um banco público, colhe-se o material nesse momento.

Pele
O bebê nasce coberto de uma substância pegajosa e esbranquiçada, chamada vernix, que serve de proteção, e também com manchas de sangue (da mãe ou do próprio cordão umbilical). Como veio de um meio líquido, é preciso secá-lo imediatamente
para que ele não perca calor. O primeiro banho "de verdade" será dado mais tarde,
já no berçário. Devidamente seco e, após a checagem do pediatra, o recém-nascido é apresentado aos pais. Em geral, nesse momento a enfermeira permite que a mãe desenrole o filho para que ela o examine com os próprios olhos – e, claro, conte os dedinhos da mão, do pé...

Peso
Ainda na sala de parto, os pais são informados sobre o peso do bebê. É bom lembrar que o valor estimado pelo ultra-som apresenta uma margem de erro até 30% (para mais ou para menos). Por isso, não se surpreenda se ele nascer mais fofinho ainda do que você imaginava.

Vitamina
A primeira injeção que o bebê recebe na vida é uma aplicação de vitamina K. Importante para a coagulação normal do sangue, seus níveis são baixos no recém-nascido, daí a necessidade do complemento. Assim como o colírio, é aplicada rotineiramente nas maternidades brasileiras.

Mãos
Ao nascer, o bebê recebe uma pulseira com o nome da mãe e um número de identificação. A mãe também recebe um bracelete idêntico. Em maternidades high-tech, as pulseiras têm códigos de barra.

Boca
Dependendo das condições de mãe e bebê, ele pode ser colocado no seio materno após a assistência neonatal. Ainda que ele não sugue o peito de imediato, esse primeiro contato estimula a amamentação.

Cabeça
A medida do perímetro cefálico, ou seja, o tamanho da cabeça do bebê, faz parte do check-up inicial, feito ainda na sala de parto. Se não estiver dentro dos parâmetros normais, pode indicar doenças graves como hidrocefalia (acúmulo de água no cérebro). O pediatra examina, ainda, as fontanelas (as populares moleiras), nome dado às duas aberturas ósseas no crânio do recém-nascido. Elas também dão importantes informações clínicas. Em casos de desidratação, por exemplo, ficam mais afundadas.

Pulmões
O choro do bebê, segundos após o nascimento, geralmente coincide com a primeira inspiração. Nesse instante, os pulmões iniciam sua função, já que, no útero, ele recebia oxigênio pelo cordão umbilical. Mas não se assuste se ele não chorar, é normal.

Olhos
Para prevenir a conjuntivite neonatal, o bebê recebe a aplicação de uma solução de nitrato de prata a 1% em cada um dos olhinhos, tão logo vem ao mundo.

Nariz
Quando necessário, o pediatra aspira o muco e o líquido amniótico das vias aéreas (boca e nariz) do recém-nascido para facilitar a respiração. O procedimento é mais comum em crianças nascidas de cesárea.

Cabelos
Como a cabeça do bebê corresponde a um terço do corpo, deve ser coberta logo após o nascimento para que ele não perca muito calor. Até porque a maioria dos recém-nascidos tem pouco cabelo. Por isso, em algumas maternidades, a criança é apresentada aos pais de touca. Ainda mais fofos!

Pés
Os pés do bebê, assim como as digitais da mãe, são carimbados num mesmo documento, que fará parte da ficha de identificação da criança. O carimbo é uma ótima lembrança para guardar no álbum!


Sinais vitais
O teste de Apgar, como é chamado o primeiro exame médico do bebê, é realizado segundos após o nascimento. Ele avalia a cor da pele, a freqüência cardíaca, a respiração, os reflexos e o tônus muscular. Os testes são repetidos no quinto minuto de vida. Ao final do exame, o bebê recebe uma nota (de 0 a 10). Cerca de 90% dos bebês "tiram" de 8 a 10, ou seja, nascem em ótimas condições.





Fontes: Miriam Ricca, pediatra neonatologista, do Hospital e Maternidade São Luiz; Andrea Patente, pediatra neonatologista do Hospital e Maternidade São Camilo

abril 23, 2012

Escolhendo o berço do bebê

  
                           O cuidado na hora de mobiliar o quarto novo é imprescindível para
                                               evitar acidentes e manter o bebê saudável



Os dados assustam: segundo dados do Ministério da Saúde, só no Brasil,
cerca de cinco mil crianças morrem e cerca de 110 mil são hospitalizadas
anualmente por acidentes em casa. De acordo com a Organização Mundial da
Saúde e a UNICEF, esse número chega a 830 mil no mundo.

Entre tantos motivos que causam esses problemas, a escolha dos móveis no
quarto é um deles. Os pais devem ficar atentos para que a escolha do
berço, local onde o bebê passará grande parte de sua primeira infância,
seja feita de forma consciente e seguindo as normas de segurança.

Desde setembro de 2010, a obrigatoriedade do selo de certificação do
Inmetro está em vigor – o que significa que apenas os berços com o aval
da instituição estão em conformidade com o padrão de segurança e
ergonomia ideais para os bebês.

O órgão determina, por exemplo, que o espaço entre o estrado e as
laterais do berço não passe de 2,5 centímetros, para evitar que a
criança prenda as mãos ou os pés. Já a altura entre a lateral e o
estrado deve ser de 60 centímetros, no mínimo, para que a criança não
pule para fora quando estiver maior.

Além de procurar o selo, é importante olhar o material de que é feito o
berço (nada que solte farpas ou pedaços), se o móvel possui tinta (pois
pode causar alergia) e o vão entre as ripas da grade, que não deve ser
superior a seis centímetros.

Revestimentos de plástico não são indicados, pois eles podem se soltar
com o tempo e o bebê pode engolir. Procure evitar os berços com balanço,
pois eles são instáveis e a criança pode se desequilibrar se ficar de
pé; já os com rodinhas devem ter travamento para evitar o mesmo problema.

Por fim, atenção ao colchão: ele deve ser firme, de espuma, com
densidade 18 para bebês. Isso fará com que o seu corpinho seja acolhido
melhor.

Escolhendo o berço do bebê — cortesia P&G

abril 14, 2012

Mudando comportamentos inadequados em uma criança

Com que idade ela começa a entender?



Crianças mal educadas afastam as pessoas
É extremamente desagradável para os pais ou mesmo para quem presencia uma criança se comportando inadequadamente.
Agressividade, explosão de raiva e até atitudes perigosas para sua integridade física são reações delicadas, mas que podem ser mudadas.
Gritar e ameaçar não são as melhores saídas para acabar com essa atitude. Segundo a literatura especializada você pode usar um período de "intervalo" ou castigo, no qual colocará essa criança numa situação que não é apreciada por ela, durante um determinado tempo, até que ela comece a mudar sua maneira de agir.
Determine um local, seguro e que não seja ameaçador, para colocá-la sempre que agir de forma inadequada. Pode ser o berço, um canto da casa ou uma cadeira. Ela ficará lá até que tenha parado de se comportar de forma inconveniente.

As crianças tendem a manter um comportamento quando ele é recompensado e a deixá-lo quando é ignorado.
Na medida do possível não dê atenção a ela, quando estiver fazendo coisas desagradáveis, como gritar, espernear, se jogar no chão ou chorar compulsivamente sem motivo. E a parabenize, com gestos de carinho e apreciação, quando ela agir corretamente.


Persistência, paciência e consistência
Alguns pais confundem a cabeça dela, pois não são consistentes em suas ações. Punem e premiam o mesmo comportamento.
Por exemplo: Em um determinado momento a criança sai com os pais e quer que eles comprem um brinquedo. Como estão de bom humor ou não querem que ela fique brava atendem ao pedido dela. Numa outra hora, diante da mesma situação são enérgicos e se recusam. Ela não entende. Por que num momento pode e no outro não?
A consistência das ações dos pais é importantíssima. Ela tem que ter noção do que é certo ou errado.
Sempre que ela apresentar um comportamento inadequado, coloque-a no período de "intervalo" e explique porque ela está sendo colocada lá. Se ela espernear e gritar, no período que estiver nesse local, seja claro que enquanto se comportar assim não sairá.
Chame a sua atenção sempre com calma. Explique que a atitude dela não é aceitável e que deve mudar. Será melhor para todos.

O lugar para pensar
Mesmo que vocês estejam fora de casa, avise-a de que se ela se comportar mal, quando chegarem em casa, ela irá para o local que ela já sabe. Pode ser conhecido como o lugar para pensar. Onde ela ficará sozinha, analisando como se comportou e que não é uma boa escolha, pois sempre que agir assim ficará de castigo.
Por outro lado, incentive e elogie quando se comportar corretamente.

Com que idade ela começa a entender?
Tenha em mente que existem alguns comportamentos que são inerentes a faixa etária da criança e que ela ainda não tem a capacidade para entender que está agindo de maneira errada.
A idade ideal para que ela assimile o que é certo ou errado é a partir dos dois anos.
Mas sempre reforce o bom comportamento e desestimule suas atitudes inadequadas.



Falta de atenção dos pais
Freqüentemente, por trás de uma atitude inconveniente está uma criança querendo chamar a atenção dos seus pais, pois se sente sozinha e desvalorizada.
Analise sua relação para com ela. Veja se está dando a devida atenção. Se lhe dá carinho, amor e se escuta quando ela fala com você.
Muitas vezes, em locais públicos, presencio uma criança chamando pelos pais, que não a atende. "Mãe, Mãe, Mãe". Até puxa a roupa, para mostrar que está ali, tentando fisicamente atrair a atenção da mãe e a mesma ou está falando com alguém ou olhando para algo.
Ela não compreende por que não é atendida. Se sente desvalorizada. É um ser em desenvolvimento, tentando fazer parte do mundo dos pais, que admira.


Crianças se comportam conforme foram orientadas
As crianças, na grande maioria dos casos são a extensão dos pais. Comportam-se conforme elas foram orientadas. Não é que os pais estejam deliberadamente educando para que sejam mal educadas. Geralmente eles pensam que estão fazendo o melhor possível. Que eles estão dando tudo o que podem.
Se precisar, procure ajuda de um profissional. Ele pode ajudá-lo a lidar melhor com a situação.

Viver em sociedade
Viver em sociedade exige o respeito a códigos de conduta. Quebrá-los implica sofrer sanções. É melhor que ela aprenda essa intrincada relação em casa e quando for adulta será natural para ela.
Respeitar outras pessoas e os locais públicos facilita a vida em comunidade. Ela é uma parte dessa engrenagem e tem que se adequar.
Quando repreendemos nossos filhos estamos fazendo nossa parte como pais e educadores. Bater não educa.

 
O diálogo é o melhor caminho.
Com respeito ao indivíduo que eles são com suas características particulares. Ser permissivo demais pode ser visto como desinteresse. Quem ama educa, cuida e se interessa. Participe do seu desenvolvimento.
As crianças são muito perspicazes e sabem diferenciar quando seus pais estão sendo enérgicos com a melhor das intenções.



Por Equipe BBel 

abril 10, 2012

Dicas para cuidar da pele de seu filho





Bebês e crianças com problemas de pele são comuns no consultório do dermatologista. O que as mães geralmente não sabem é que a grande maioria desses problemas são simples e facilmente evitáveis com cuidados adequados no dia a dia.
O primeiro ponto a ser destacado se refere à hora do banho. Bebês e crianças têm sempre a pele normal ou com tendência à seca e, por isso, banhos demorados ou muito quentes são prejudiciais, pois aumentam a remoção do manto lipídico protetor da pele. O uso excessivo de sabonetes, principalmente os antissépticos, e de esponjas e buchas também contribuem para o ressecamento da pele.
O uso do sabonete deve se restringir a axilas, genitais e pés, sendo que a própria espuma que escorre é o suficiente para limpar o resto do corpo. Outro alerta se refere ao banho fora de casa, que deve ser tomado sempre com chinelos, pois as crianças são alvos fáceis de verrugas virais e micoses.
Crianças atópicas, ou seja, alérgicas, ou com pele seca precisam usar um hidratante. O produto escolhido não precisa obrigatoriamente ser infantil desde que tenha pouco ou nenhum perfume e, se tiver ureia na formulação, sua concentração não deve exceder 5%.



Quanto à proteção solar, nem é preciso dizer quão importante ela é. Trabalhos recentes mostram que adultos que tiveram "escaldões" de sol na infância e adolescência têm uma chance muito maior de desenvolverem câncer de pele de todos os tipos.
Em relação ao filtro solar, nem sempre vir escrito "infantil" é o suficiente, certifique-se que o produto tem proteção contra UVB (conferida pelo FPS) e também UVA (conferida pelas siglas PPD ou IPD). O filtro solar ideal para bebês e crianças deveria apresentar em sua formulação apenas os filtros físicos, que agem refletindo a radiação
solar, e não filtros químicos, substâncias que absorvem a radiação impedindo que ela passe para a pele.
Para as roupas, o melhor é sempre optar por aquelas 100% algodão. Os tecidos mistos e sintéticos acabam prejudicando a transpiração da criança, podendo ocasionar coceira e brotoejas. Uma novidade interessante no mercado são as roupas e bonés com tecnologia de filtro ultravioleta, que filtram até 98% dos raios solares, protegendo a criança mesmo em situações de exposição solar mais intensa.
A dermatite de fralda é a queixa mais comum dos pais sobre problemas de pele dos bebês. Ela se deve à troca insuficiente de fraldas e não ao uso de um creme de antiassadura ou de outro tipo. O fundamental é manter o bebê sempre seco e, caso ocorra a dermatite, a orientação de um dermatologista é fundamental. Nunca use cremes ou pomadas sem orientação do especialista, pois uma "pomadinha" aparentemente inofensiva pode prejudicar (e muito) a pele e a saúde do seu filho.



Natura Mamãe Bebê
O amor fundamental!



Por Dra. Silvia Zimbres

março 29, 2012

Como lidar com o medo infantil


Qual criança nunca sentiu medo do escuro? Afinal, na escuridão podem surgir monstros, bruxas, fantasmas e outros seres assustadores, que fazem parte do imaginário infantil.
Apesar de ser um sentimento corriqueiro, nem sempre os pais sabem lidar corretamente com o medo de seus filhos. Principalmente porque boa parte desses temores tem origem na imaginação das crianças. Mas, afinal, como os pais devem se comportar diante de uma criança amedrontada?

A psicóloga Marilza Mestre, especializada em pânico, ansiedade e medo, afirma que os pais devem encarar o medo infantil como algo natural e saudável.
"O medo é uma resposta de nosso sistema de defesa aos estressores naturais, isto é, tudo que ponha em risco o indivíduo ou seu grupo, tanto do ponto de vista orgânico como emocional, social ou espiritual", explica a psicóloga.
Mas encarar com naturalidade não significa ignorar. Segundo Marilza é preciso escutar a criança, prestar atenção no contexto e perceber o que está provocando a sensação de ameaça. Mesmo que o risco seja imaginário, o sentimento da criança é real, e suas causas precisam ser investigadas.
A psicóloga Walkyria Coelho, instrutora da Sociedade Brasileira de Programação Neurolínguistica, ressalta que é responsabilidade dos pais ajudar os filhos a enfrentar seus temores. Ela acredita que o amor e o apoio dos adultos são fundamentais para a criança superar ansiedade, insegurança e medos.
Como nem sempre as crianças conseguem expressar seus sentimentos, Walkyria sugere: "Brinque com a criança, entre na fantasia dela. Com experiências lúdicas, os adultos entendem melhor os anseios dos pequenos e estes aprendem a enfrentar várias situações em que o sentimento de medo aparece."

março 14, 2012

Carinho na ponta dos dedos para seu bebê

Boa tarde amigas!

A partir deste mês além dos post de maquiagem, cabelos e promoções, vou postar também matérias para ajudar nos cuidados com os bebês. Como estamos já caminhando para o dia das mães será a nossa forma também de homenagear essas mulheres que merecem todo nosso carinho.

A primeira será  sobre o Shantala, uma massagem para seu bebê que traz muito bem-estar. Espero que gostem!


Fortalecimento do Vínculo
A Shantala, método de massagem especialmente desenvolvido para o bebê, é uma arte de dar e receber amor. Foi inspirada no livro Shantala, do obstetra francês Dr. Frederick Leboyer. Ele deu esse nome em homenagem à mulher que o encantou com a força e a beleza de um momento de amor e troca com o seu bebê.
O principal objetivo dessa milenar massagem indiana é ampliar os momentos de contato com o seu filho e fortalecer o vínculo entre vocês. Portanto, não se preocupe demais com a técnica. Cada bebê é um indivíduo e o seu sinal de satisfação é o melhor indício para saber se os movimentos estão adequados.
A única recomendação é fazer a massagem em seu bebê somente se você estiver se sentindo tranquila e relaxada.

Preparativos